Recarreguei as pilhas no Cariri: Mandra Brasa agora também n'A Rede Social
Quando tirei essa foto eu estava na porta do quarto onde fiquei hospedado, no Crato
Enfim, me rendi ao Facebook. Quem sabe agora, sob a empolgação d'A Rede Social, este humilde blogueiro que vos escreve neste singelo blog não retoma um ritmo mais frequente de atualizações, como nos velhos tempos? Mhuahahahaha (risada maléfica de quem sabe que a probabilidade é difícil. Mas sou torcedor do Sport Recife
Estive mudo por um longo e tenebroso inferno - não por falta do que dizer, afinal, como não teria a menor noção em me autodenominar um Observador Social já na primeira linha do Lattes, estou sempre atento para extrair pequenas risadas do cotidiano, sobretudo quando o destino me é desfavorável. Mas faltava o combustível essencial do "tesão" para que eu voltasse. Ocupei minha cabeça com tantas atividades, obrigações, preocupações e agruras, que me acostumei a dar vazão às pequenas porções de felicidade da vida real canalizando-as pelo Twitter, somente pero sín perder la ternura "ramás". Twitter é massa porque a piada vem em tempo real, mas esse imediatismo às vezes atrapalha, pois pode fazer com que a maioria da TimeLine não esteja atenta na hora dos meus comentários. Acho massa poder
Das histórias que
Inspirado no bróder que deu um freio de arrumação em sua vida (e, numa tacada só se divorciou, substituiu o carro por uma bicicleta e abandonou a faculdade), aceitei o desafio recente de viajar à trabalho para a aprazível região do Cariri Cearense (Crato, Juazeiro do Norte e Barbalha). Uma prova de fogo para o
Com a coragem e o desprendimento de um autêntico nativo de gêmeos com ascendente em Sagitário e casado com acquariooooows, empreendi a grande aventura - acrescentando à lista do desapego o meu recém-vendido Honda Civic 6ª Geração. (Se estivéssemos na missa, agora seria hora de dizer "graças a Deus").
O medo de morrer nas sete horas de estrada que separavam a cidade do Recife e o município do Crato foi atenuado, na ida e na volta, com paradas estratégicas em Sanharó (PE) para um pequeno delito gastronômico chamado Queijo de Manteiga com Raspa de Tacho. E assim, lá estava eu, na chapada do Araripe - pronto para uma missão singela de documentar uma atividade da instituição onde trabalho e, de quebra, fazer uma assessoriazinha básica de imprensa (só consegui duas entrevistas na Globo, quatro entrevistas em rádios e uma entrevista em jornal).
No Crato, fui recebido pelo meu bróder, Colega Cearense, da época que estudamos Jornalismo. Ex-raparigueiro reabilitado, agora noivo de uma menina de 20 anos, âncora da emissora afiliada da Rede Globo (UÊPA!!!) e também filho do maior radialista da região. Ou seja, um cidadão de reputação ilibada. Não precisei me hospedar no mesmo hotel que os colegas de trabalho, já que o meu camarada gentilmente cedeu seu próprio escritório, nos fundos da casa dos pais.Uma aprazível suíte com chuveiro elétrico e TV a cabo. Ou melhor, SKY HD com pacote total, inclusive o canal de sexo. Brincadeirinha, amor! (que, apesar de sua leitura dinâmica, não deve ter deixado escapar essa parte do texto).
Não bastasse toda essa mordomia, o global ainda me entregou a chave do carro para que eu pudesse me deslocar até o município vizinho (Juazeiro do Norte), onde aconteciam as atividades para as quais eu havia sido escalado.
E, aos pés da Serra do Araripe, onde meu chegado reside, pude recarregar as baterias para recuperar a vontade de viver este momento lindo (escrever no blog). Como nem tudo são flores, tive uma dor de barriga no último dia no Cariri, certamente sem nenhuma influência wicca da minha amada, por eu ter comentado que as atividades de trabalho seriam encerradas com um show gratuito de Elza Soares. Diante do trono, preferi acreditar que a culpa foi do café-da-manhã exótico que experimentei no mercado do Crato, em companhia do bróder cearense: tapioca rústica e cuscuz com caldo de bode e ovo de capoeira.
O importante é que sobrevivi e voltei para os braços da minha querida família do mesmo jeito que saí: Fiel, Feliz e Faminto.
:: Cometi uma gafe terrível, pra variar. A única lembrança turística que trouxe para minha mulher foi uma camiseta com os dizeres "alguém que me ama trouxe essa camisa de Juazeiro (CE)". Mostrei ao meu camarada e ele ficou P... da vida, porque eu me hospedei e curti muito mais no Crato.



4 comentários:
Legal, voltar ao batente do mandrabrasa, Mandrey. Fico feliz de vê-lo com a bateria recarregada. Um abraço, amigo. Arthur.
Hahahahahahahha.
Esse blog é muito mais legal que o twitter. Atualize mais =]]
E, meu fiiilho, chegar no crato em 7hs só se for a 200km/h viu? Pq eu já fui a 140km/h e demorei 9hs com uma para de meia hora! Kkkkkkkkkkkkkkk
É bom voltar aos velhos ambientes Mandra. Espero que você volte a atualizar!
Favor providenciar a versão mobile do blog!
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